Aqui estamos nós no primeiro almoço do I Encontro da @rcaComum, frente a frente, de pés bem assentes no chão, com a cabeça cheia de sonhos comuns e em amena cavaqueira!
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domingo, 31 de janeiro de 2010
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Todos merecemos…
…Poder pensar, e fazê-lo reflectindo em conjunto. E merecemos também poder fazer perguntas e manifestar perplexidades. Como estas:
Será que é só para alguns isto, esta possibilidade, renovada pela vida fora (atentemos na actualidade: estamos a viver a era do ser humano aprendente e construtor do seu conhecimento ao longo da totalidade do seu tempo de vida!), de edificar um percurso em que, naturalmente, vamos (TODOS) podendo construir - e tendo, consequentemente, para apresentar - as ”tais provas dadas”? Construir este caminho é ou não um direito inalienável de todos… sim ou não? E será que “ser pessoa com provas dadas” é algo de inato, como marca característica de nascença, halo carismático, iniciático, a que apenas alguns têm, poderosamente, acesso e privilégios de utilização? Porquê?
Será que o conceito de que “todos merecemos ter as mesmas oportunidades” só é válido para os “nossos meninos”? Afinal, o que querem dizer as palavras, o que sentimos, quando as lemos e as ouvimos, sobre a sintonia que têm com o “que vai na alma das gentes”?
Tem sido notado por aí (em grande parte nos comentários que vão aparecendo em blogues e acções de campanha), que uma das listas candidatas aos órgãos sociais da APEI representa a "continuidade", a "confiança", a “permanência", o "bom trabalho" e que a outra lista representa a "mudança", a "insegurança", o "desconhecimento"...
Esta adjectivação, estamos em crer, tem sido definida e apresentada por pessoas que não têm acompanhado a vida da Associação nos últimos anos.
Se é certo que uma das listas apresenta um conjunto de pessoas que militam nos órgãos sociais actualmente eleitos, também não é menos verdade que uma parte importante dos "candidatos" da outra lista tem prestado, de forma activa e voluntária, uma colaboração intensa com a Associação, contribuindo para o valor, prestígio e pertinência que lhe reconhecemos quando, nos dias de hoje, nos referimos a ela.
A ver:
A São Bracons foi elemento eleito de uma anterior Direcção (onde, por exemplo, se observou um dos maiores crescimentos - em número de associados - da APEI) e contribuiu, activamente, para permitir um conjunto de dinâmicas que serviram de base a decisões associativas mais próximas, como seja a organização de dois Encontros Nacionais;
O Paulo Fernandes foi o primeiro Delegado eleito da Delegação Norte, tendo estado no grupo de profissionais que desenvolveu os esforços para que existisse uma primeira estrutura, germe da necessária descentralização. Nessa qualidade, realizou um “sem número” de acções de divulgação em zonas do interior nortenho, onde a APEI ainda nunca tinha chegado. Participou no projecto “O meu brinquedo..." como formador e também no primeiro estudo nacional sobre “Desenvolvimento de competências em educação pré-escolar", que esteve na génese das Brochuras da Matemática, Linguagem Oral e abordagem à escrita….
O Henrique Santos foi membro de duas anteriores Direcções, tendo estado na alteração de procedimentos administrativos e logísticos que permitiram, por exemplo, um crescimento sustentado da acção da Associação - alterações estatutárias, alteração dos processos de quotização, etc.) e foi também co-autor do projecto "O Meu Brinquedo é um livro" - agora "Crescer a ler" -, sem contar com a participação nos CEI (desde 1996) e na dinâmica “tecnológica” da APEI, como, por exemplo, o InformAPEI, a primeira página oficial de Internet e a construção de grupos de "mailling"...
Será que é só para alguns isto, esta possibilidade, renovada pela vida fora (atentemos na actualidade: estamos a viver a era do ser humano aprendente e construtor do seu conhecimento ao longo da totalidade do seu tempo de vida!), de edificar um percurso em que, naturalmente, vamos (TODOS) podendo construir - e tendo, consequentemente, para apresentar - as ”tais provas dadas”? Construir este caminho é ou não um direito inalienável de todos… sim ou não? E será que “ser pessoa com provas dadas” é algo de inato, como marca característica de nascença, halo carismático, iniciático, a que apenas alguns têm, poderosamente, acesso e privilégios de utilização? Porquê?
Será que o conceito de que “todos merecemos ter as mesmas oportunidades” só é válido para os “nossos meninos”? Afinal, o que querem dizer as palavras, o que sentimos, quando as lemos e as ouvimos, sobre a sintonia que têm com o “que vai na alma das gentes”?
Tem sido notado por aí (em grande parte nos comentários que vão aparecendo em blogues e acções de campanha), que uma das listas candidatas aos órgãos sociais da APEI representa a "continuidade", a "confiança", a “permanência", o "bom trabalho" e que a outra lista representa a "mudança", a "insegurança", o "desconhecimento"...
Esta adjectivação, estamos em crer, tem sido definida e apresentada por pessoas que não têm acompanhado a vida da Associação nos últimos anos.
Se é certo que uma das listas apresenta um conjunto de pessoas que militam nos órgãos sociais actualmente eleitos, também não é menos verdade que uma parte importante dos "candidatos" da outra lista tem prestado, de forma activa e voluntária, uma colaboração intensa com a Associação, contribuindo para o valor, prestígio e pertinência que lhe reconhecemos quando, nos dias de hoje, nos referimos a ela.
A ver:
A São Bracons foi elemento eleito de uma anterior Direcção (onde, por exemplo, se observou um dos maiores crescimentos - em número de associados - da APEI) e contribuiu, activamente, para permitir um conjunto de dinâmicas que serviram de base a decisões associativas mais próximas, como seja a organização de dois Encontros Nacionais;
O Paulo Fernandes foi o primeiro Delegado eleito da Delegação Norte, tendo estado no grupo de profissionais que desenvolveu os esforços para que existisse uma primeira estrutura, germe da necessária descentralização. Nessa qualidade, realizou um “sem número” de acções de divulgação em zonas do interior nortenho, onde a APEI ainda nunca tinha chegado. Participou no projecto “O meu brinquedo..." como formador e também no primeiro estudo nacional sobre “Desenvolvimento de competências em educação pré-escolar", que esteve na génese das Brochuras da Matemática, Linguagem Oral e abordagem à escrita….
O Henrique Santos foi membro de duas anteriores Direcções, tendo estado na alteração de procedimentos administrativos e logísticos que permitiram, por exemplo, um crescimento sustentado da acção da Associação - alterações estatutárias, alteração dos processos de quotização, etc.) e foi também co-autor do projecto "O Meu Brinquedo é um livro" - agora "Crescer a ler" -, sem contar com a participação nos CEI (desde 1996) e na dinâmica “tecnológica” da APEI, como, por exemplo, o InformAPEI, a primeira página oficial de Internet e a construção de grupos de "mailling"...
A Leonor Albuquerque foi a directora do Centro de Formação de 2000 até 2006 (e membro eleito de uma Direcção de Abril de 2002 até 2008) que potenciou o crescimento exponencial da oferta formativa da Associação e esteve na comissão organizadora de 3 Encontros Nacionais da APEI: IX (2001), X (2003) e XI (2005);
A Elvira Silva é Coordenadora dos Cadernos de Educação de Infância há mais de seis anos, tendo sido, com ela, que se procederam a alterações gráficas e estruturais que permitiram a mudança sustentada e adequada às novas dinâmicas associativas;
A Glicéria Gil, a Rute Moura e a Patrícia Ramos colaboram activamente em alguns dos Grupos de Trabalho da APEI (CEI, Avaliação, Creche, etc.) desde há bastante tempo...
A Mónica Rolo tem trabalhado com a APEI - pelo menos desde 2004 - no sentido de levar formação à zona Centro, e escreve mensalmente para a revista "Educadores de Infância" com o objectivo de fundamentar práticas, promover a reflexão, a criatividade e consciencializar para a importância de fugir "à papa feita"...
Todos os outros membros (e os outros imensos apoiantes) querem disponibilizar o seu tempo e o seu conhecimento numa lógica de inclusão e disponibilidade, manifestando um interessado envolvimento e vontade de colaborar.
Por tudo isto, a "história" da APEI é também polvilhada pela iniciativa de participação livre e disponível de muitos dos candidatos da LISTA B.
A Associação não é (não pode ser!) comparável a um feudo. E as dinâmicas de partilha e de colaboração devem ser abertas e distintivas da matriz associativa, devolvendo-se, assim, aos associados, independentemente de estarem ou não em Lisboa, de poderem ou não aparecer presencialmente com a assiduidade que a proximidade física possibilita, uma APEI forte e plural, organizada mas diversificada, estruturada mas maleável e adaptada às diferentes realidades do que é ser-se educador em todo o país e nos mais variados contextos profissionais.
Continuemos a fazer perguntas: será que não se pode traçar outras metas, rasgar novos horizontes de trabalho para além da tranquila continuação de caminhos já consolidados, importantes, sem dúvida, mas que o serão tanto mais, quanto possam também servir de alicerce e de trampolim para novos voos, novas apostas?
E continuemos a perguntar: para além de dar continuidade e aprofundamento, muito lógicos e desejáveis, a parcerias com quem já nos conhece e nos respeita, será que não é igualmente importante alargar essas parcerias a outras organizações que ainda não nos conhecem e com as quais há todo um percurso colaborativo a construir?
Para que seja possível fazer mais (+APEI) é preciso informação, reflexão e acção. Vota! Não fiques à espera que "as coisas aconteçam!" Não fiques a achar que outros, seja que outros forem e seja por que razões forem, podem e sabem por/sem ti, decidem por/sem ti, agem e constroem por/sem ti.
O Movimento +APEI – Lista B
A Elvira Silva é Coordenadora dos Cadernos de Educação de Infância há mais de seis anos, tendo sido, com ela, que se procederam a alterações gráficas e estruturais que permitiram a mudança sustentada e adequada às novas dinâmicas associativas;
A Glicéria Gil, a Rute Moura e a Patrícia Ramos colaboram activamente em alguns dos Grupos de Trabalho da APEI (CEI, Avaliação, Creche, etc.) desde há bastante tempo...
A Mónica Rolo tem trabalhado com a APEI - pelo menos desde 2004 - no sentido de levar formação à zona Centro, e escreve mensalmente para a revista "Educadores de Infância" com o objectivo de fundamentar práticas, promover a reflexão, a criatividade e consciencializar para a importância de fugir "à papa feita"...
Todos os outros membros (e os outros imensos apoiantes) querem disponibilizar o seu tempo e o seu conhecimento numa lógica de inclusão e disponibilidade, manifestando um interessado envolvimento e vontade de colaborar.
Por tudo isto, a "história" da APEI é também polvilhada pela iniciativa de participação livre e disponível de muitos dos candidatos da LISTA B.
A Associação não é (não pode ser!) comparável a um feudo. E as dinâmicas de partilha e de colaboração devem ser abertas e distintivas da matriz associativa, devolvendo-se, assim, aos associados, independentemente de estarem ou não em Lisboa, de poderem ou não aparecer presencialmente com a assiduidade que a proximidade física possibilita, uma APEI forte e plural, organizada mas diversificada, estruturada mas maleável e adaptada às diferentes realidades do que é ser-se educador em todo o país e nos mais variados contextos profissionais.
Continuemos a fazer perguntas: será que não se pode traçar outras metas, rasgar novos horizontes de trabalho para além da tranquila continuação de caminhos já consolidados, importantes, sem dúvida, mas que o serão tanto mais, quanto possam também servir de alicerce e de trampolim para novos voos, novas apostas?
E continuemos a perguntar: para além de dar continuidade e aprofundamento, muito lógicos e desejáveis, a parcerias com quem já nos conhece e nos respeita, será que não é igualmente importante alargar essas parcerias a outras organizações que ainda não nos conhecem e com as quais há todo um percurso colaborativo a construir?
Para que seja possível fazer mais (+APEI) é preciso informação, reflexão e acção. Vota! Não fiques à espera que "as coisas aconteçam!" Não fiques a achar que outros, seja que outros forem e seja por que razões forem, podem e sabem por/sem ti, decidem por/sem ti, agem e constroem por/sem ti.
O Movimento +APEI – Lista B
sábado, 16 de janeiro de 2010
Quem somos
Por Glicéria Gil
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O movimento +APEI foi criado recentemente como lista de candidatura às eleições dos orgãos sociais da APEI.
Foi numa noite de inverno, noite próxima do ano velho que nos constituímos como grupo. Funcionámos até aqui como educadores de infância, com experiências de vida muito diferentes. Como diferentes são os nossos sonhos, emoções e desejos.
Desta diferença nasceu a união de diversas competências e saberes. Nasceu a vontade, o colaboração, a amizade, a disponibilidade e a possibilidade de melhorar e mudar o que é necessário, e manter viva a tradição do movimento associativo, dos grandes princípios que caracterizam a nossa Associação, das grandes e pequenas coisas que têm vindo a ser feitas por todos aqueles que até hoje estiveram ligados directa e indirectamente à APEI.
"Vê mais longe a gaivota que voa mais alto" e foi nesse voo que mais vozes surgiram e com elas desenhamos um percurso. Juntamos pessoas e criamos um novo movimento!
Quem somos?
Somo educadores, pessoas, homens e mulheres, vivemos no palco da vida... Queremos, podemos e sonhamos aqui e agora.
Henrique Santos - Quem gosta de voar, sabe que o voo é das coisas mais sublimes que o Ser Humano pode experimentar. Tem voado pelas massas de ar da Educação de Infância e faz desse seu vôo a sua razão de existência. Acredita que só voando podemos ver mais alto, e adora fazer vôo rasante (e preocupado) sobre os assuntos que lhe dizem respeito. A construção de um espaço alargado de reflexão e participação é um desses assuntos.

Rute Moura - Voar em bando, formando um “V” no céu, faz com que se beneficie de mais de força de voo do que uma ave a voar sozinha. Acredita no trabalho em equipa e no compromisso como forma de garantir a sustentabilidade do destino final. Acredita que voar em “V” é possível e que o melhor de tudo é a Viagem.
Maria José Barros (Mizé)- Voar em bando requer a orientaçao e a tenacidade das aves que estão no vértice. Por isso estas se vão revezando, ciclicamente, nessa posição.
Neste momento estou no vértice de um bando o que exige sentidos alerta, atenção a toda a formação de modo a que nenhuma ave fique para trás. Quando alguma está cansada o bando abranda o ritmo ou desloca um dos elementos para um apoio. Só assim a formação se manterá forte e empenhada em fazer o caminho, que é duro, principalmente no meio das tempestades ...
Maria José Barros (Mizé)- Voar em bando requer a orientaçao e a tenacidade das aves que estão no vértice. Por isso estas se vão revezando, ciclicamente, nessa posição.
Neste momento estou no vértice de um bando o que exige sentidos alerta, atenção a toda a formação de modo a que nenhuma ave fique para trás. Quando alguma está cansada o bando abranda o ritmo ou desloca um dos elementos para um apoio. Só assim a formação se manterá forte e empenhada em fazer o caminho, que é duro, principalmente no meio das tempestades ...
Mónica Rolo - Depois de alguns voos experimentais que a levaram a conhecer-se e a "beber" nas boas práticas que encontrou de Norte a Sul do país, acabou por assentar na zona Centro. Desde então, pousando nas mais ricas fontes, procura também ajudar a construir rampas de lançamento para quem quiser, como ela, continuar a voar - sem perder o rumo-, partilhando através da escrita o que tem vindo a aprender nestas suas viagens.
Leonor Albuquerque- "Um pássaro na cabeça" é o meu lema. Apenas somos livres pelo pensamento. Será?!!
Anabela Vieira - Voar significa liberdade! Liberdade de pensar, agir e envolver-me, de reflectir e querer crescer! Voar é partilhar uma experiência de forma aque, num voo conjunto, consigamos chegar cada vez mais alto! E neste voo é levar a Educação de Infância ainda mais longe, para lá do arco-íris ..."
Patrícia Ramos - Nada como voar em companhia e com a Educação de Infância como mote. Vamos partilhar os nossos voos e reflectir em conjunto por um movimento associativo mais participativo.
Maria de Jesus Sousa (Juca) - Nasci sozinha no ninho materno e, talvez por isso, desde cedo que gosto de (boa) companhia. Também no campo profissional isso acontece. Prefiro voar em bando, ao invés de voar sozinha ... mas não um bando qualquer! Quero acompanhar quem comigo partilhe valores, ideias, experiências ... quem comungue um sentido de educação. Também gosto de voar ao lado de quem tem dificuldades, ajudando à medida das minhas possibilidades. E aprecio a ideia de um bando de pessoas diferentes em sintonia mental, mesmo apesar da distância física. Oxalá todos juntos possamos voar mais longe, cobrindo o país como uma nuvem e ajudando a mudar o que precisa de mudança.
São Bracons - Ave de porte médio/alto que não gosta de partilhar o alojamento com aves conflituosas. Adepta de voos em grupo, capaz de grandes viagens para chegar aquilo em que acredita.
Elvira Cristina Silva - Determinada nos voos que faz! No seu percurso de movimento de asas já fez voos da educação de infância até à educação especial, gosta do espaço já percorrido mas sabe que nos seus trajectos de voo há a necessidade de pousar para sobretudo partilhar e observar os voos dos que a rodeiam. Porque qualquer voo é uma aprendizagem constante.
Ana Filipa Silva- Já que estamos em voos altos, nada como uma águia para os realizar.
Paulo Fernandes- Educador há 25 anos, nunca me imaginei a fazer outra coisa (todos temos os nossos problemas ...). Interesso-me por áreas de aprendizagem e experiência diversas:Literacia, Matemática, Ciências, Arte nas vertentes de produção e apreciação. A minha experiência como formador permite-me desenhar um círculo de vida perfeito: aprender a ser "Educador", experimentar a ser "educador" e ajudar outros a construírem este percurso.
Ana Cravo - "Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível para os olhos"
Glicéria Gil - É o elemento da equipa que encontrou no SUL o seu lugar. Voa mais baixo, lentamente, com pausas porque o peso das suas asas já não lhe permite voos rápidos e directos. No percurso para muitas vezes, descansa, pensa e contempla. Gosta destes desafios! Gosta de observar o voo dos mais novos. Dá-lhe alento e confiança. Acredita no amanhã e na união.
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