quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

O Tempo e o Espaço no Mundo da Criança

"Por vezes é melhor que os outros falem por nós... Não por falsas modéstias mas, talvez, porque os olhos dos outros são mais "sensíveis" e menos "filtrados" do que os nossos.

O Conhecimento para a MÓNICA é uma base da leveza do ser, leveza essa que nos permite voar. Todas as aprendizagens que fez de norte a sul do país, com muitas formações, práticas e conversas com verdadeiras "fontes de inspiração" não a tornaram mais pesada, não sobrecarregaram as suas asas, muito pelo contrário...Brancas como a paz, forradas de carinho e abrangentes, as suas asas cresceram, ficaram mais leves e dóceis. São asas que nos acolhem e envolvem permitindo crescer.

Ela incentiva a voar. - não pelas suas asas, mas promovendo que levantemos voo com a ajuda da palavra como uma leve brisa que impulsiona.

E porque voar acompanhada é sempre um prazer para ela, publica textos, permitindo assim que folhas com as suas ideias impressas possam servir de rampa de lançamento para outros vôos, possibilitando encontros com outros viajantes para aprender mais e melhor, independentemente das condições atmosféricas..."
Mara

O Eu, a Brincadeira e o Voto

Por Glicéria Gil




Brincar/apoiar/criar/voar/reflectir/entrar/participar ...
ah! falta VOTAR!

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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Votar é um "golpe de pernas"!

"Brincar" com Palavras

Por Ana França

E se, para lá da educação - bem, quero com isto dizer, entenda-se, 'educação' em 'formato profissional, técnico, conceptual' (pois, de facto, será que, na "experiência de ser-se Humano", há algo que se situe fora do conceito de educar?) - brincássemos com palavras mágicas, daquelas que alargam horizontes?

E se agora falássemos de educação num 'formato mais coloquial' e soltássemos palavras que nos provocassem um sabor novo, um sabor a projectos a fervilhar, a ideias para pôr de pé, a dinâmicas para reformular e redescobrir?

E se, com esta "brincadeira de palavras", eu quisesse dizer-vos que temos uma profissão privilegiada, que nos permite, a cada dia, fazer acontecer um encontro de pessoas, uma construção de projectos, um experimentar de caminhos únicos, um acordar para um novo sentido a dar ao quotidiano?

É "por estas e por outras" que eu, quase que permanentemente, me pergunto - e o escrevo de novo: haverá alguma ‘experiência humana’ que possa desligar-se do conceito de educar?
   
E se vos deixasse agora com o meu jogo das palavras?

Pensei em palavras (nomes e acções) que as letras APEI, num piscar de olhos malicioso e bem-disposto, me poderiam estar a esconder... claro, num desafio de descoberta!

Lanço algumas… e quem quiser, por sua vez, que as relance de novo, que as acrescente, que as apague e substitua… porque 'isto de brincar' é uma coisa muito séria! Fiquem bem! E votem bem!

Cliquem sobre as expressões para ver...


Olhemos o voo das águias

Por Glicéria Gil



Já conhecem a história da "Águia e da Galinha"? Os colegas aqui do movimento +APEI já devem estar a sorrir ... foi um pouco assim que nasceu esta história dos voos...
É uma história que Leonardo Boff escreveu em 2001 para se referir à condição humana. Diz o autor que cada um de nós hospeda dentro de si uma águia e é portador de um projecto infinito, ambicionando romper com os limites do meio ambiente. 
Certos movimentos da área da Educação, da Política e da Sociedade em geral pretendem confinar-nos ao espaço do galinheiro. Pretendem reduzir-nos a simples galinhas. Boff questiona sobre o que será necessário fazer para que tenhamos asas como águias. Perceber a águia que existe dentro de cada um de nós desafia-nos a romper com paradigmas enraizados na sociedade. Precisamos aprender a apreender essa condição de ser humano. APRENDER COM O VOO DAS ÁGUIAS.
Bom, todos os que por aqui tem acompanhado este nosso voo (onde me incluo com grande satisfação e empenho) já devem ter percebido esta minha tendência por animais vertebrados, bípedes com penas...
Um dia conto-vos porque é que os patos voam para SUL!
Hoje deixo-vos com Leonardo Boff!

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Gaiolas ou asas?

Por Glicéria Gil

"Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do vôo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-las para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o vôo. Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são os pássaros em vôo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o vôo, isso elas não podem fazer, porque o vôo já nasce dentro dos pássaros. O vôo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado".
Ler mais 

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Como nos estamos a preparar para o voo (eleições)

Por Glicéria Gil




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Eleições na APEI





Votar nas Eleições da APEI


O voto poderá ser exercido na Assembleia Geral Eleitoral ou por correspondência, com data de correio até dia 4 de Fevereiro de 2010, (inclusivé) de acordo com o ponto 2 do artigo 15.º dos estatutos. O boletim de voto será enviado por correio a todos os associados, a partir do dia 16 de Janeiro 2010.

Com base nos estatutos da APEI (ARTIGO 15º - Votações), fica claro que: 2. O voto por correspondência será remetido em sobrescrito fechado com a indicação exterior do nome do Associado efectivo e acompanhado de carta dirigida ao Presidente da Assembleia Geral, devidamente assinada. A cada Associado colectivo ou singular apenas corresponde o direito a um voto.

Apesar de parecer estranho, o que temos de fazer (quem vota por correspoondência) é enviar o voto de forma a que possa ser extraído do envelope sem que haja referência ao votante, por tal, a carta "assegura" que o votante tem "condições para o ser" (associado no uso dos seus direitos) e o sobrescrito que contém o voto será posteriormente aberto, apenas quando da conferência de resultados...

Nesse sentido, é preciso não esquecer que apenas os sobrescritos fechados que contenham o voto serão validados. A carta à Presidente da Mesa é complementar e deve seguir fora do sobrescrito do voto.
Pode utilizar a carta que disponibilizamos nesta ligação (clique sobre o título): 
Por ser necessário aguardar pelos votos por correspondência, a abertura da urna para contagem de votos decorrerá na sede da Associação no dia 12 de Fevereiro de 2010, pelas 18 horas, com publicação imediata dos resultados em local visível da associação e no sítio APEI. A fim de facilitar o processo decidiu a Mesa da Assembleia prescindir do reconhecimento notarial previsto no ponto 2 do artigo 15.º.
VOTA!


Mais informação consultar aqui

domingo, 17 de janeiro de 2010

Programa LISTA B








(clicar na imagem para ler)
Download do folheto aqui

sábado, 16 de janeiro de 2010

Quem somos

Por Glicéria Gil

O movimento +APEI foi criado recentemente como lista de candidatura às eleições dos orgãos sociais da APEI.

Foi numa noite de inverno, noite próxima do ano velho que nos constituímos como grupo. Funcionámos até aqui como educadores de infância, com experiências de vida muito diferentes. Como diferentes são os nossos sonhos, emoções e desejos.

Desta diferença nasceu a união de diversas competências e saberes. Nasceu a vontade, o colaboração, a amizade, a disponibilidade e a possibilidade de melhorar e mudar o que é necessário, e manter viva a tradição do movimento associativo, dos grandes princípios que caracterizam a nossa Associação, das grandes e pequenas coisas que têm vindo a ser feitas por todos aqueles que até hoje estiveram ligados directa e indirectamente à APEI.

"Vê mais longe a gaivota que voa mais alto" e foi nesse voo que mais vozes surgiram e com elas desenhamos um percurso. Juntamos pessoas e criamos um novo movimento!

Quem somos?

Somo educadores, pessoas, homens e mulheres, vivemos no palco da vida... Queremos, podemos e sonhamos aqui e agora.





Henrique Santos - Quem gosta de voar, sabe que o voo é das coisas mais sublimes que o Ser Humano pode experimentar. Tem voado pelas massas de ar da Educação de Infância e faz desse seu vôo a sua razão de existência. Acredita que só voando podemos ver mais alto, e adora fazer vôo rasante (e preocupado) sobre os assuntos que lhe dizem respeito. A construção de um espaço alargado de reflexão e participação é um desses assuntos.


Rute Moura - Voar em bando, formando um “V” no céu, faz com que se beneficie de mais de força de voo do que uma ave a voar sozinha. Acredita no trabalho em equipa e no compromisso como forma de garantir a sustentabilidade do destino final. Acredita que voar em “V” é possível e que o melhor de tudo é a Viagem.




Maria José Barros (Mizé)- Voar em bando requer a orientaçao e a tenacidade das aves que estão no vértice. Por isso estas se vão revezando, ciclicamente, nessa posição.
Neste momento estou no vértice de um bando o que exige sentidos alerta, atenção a toda a formação de modo a que nenhuma ave fique para trás. Quando alguma está cansada o bando abranda o ritmo ou desloca um dos elementos para um apoio. Só assim a formação se manterá forte e empenhada em fazer o caminho, que é duro, principalmente no meio das tempestades ...



Mónica Rolo - Depois de alguns voos experimentais que a levaram a conhecer-se e a "beber" nas boas práticas que encontrou de Norte a Sul do país, acabou por assentar na zona Centro. Desde então, pousando nas mais ricas fontes, procura também ajudar a construir rampas de lançamento para quem quiser, como ela, continuar a voar - sem perder o rumo-, partilhando através da escrita o que tem vindo a aprender nestas suas viagens.






Leonor Albuquerque- "Um pássaro na cabeça" é o meu lema. Apenas somos livres pelo pensamento. Será?!!





Anabela Vieira - Voar significa liberdade! Liberdade de pensar, agir e envolver-me, de reflectir e querer crescer! Voar é partilhar uma experiência de forma aque, num voo conjunto, consigamos chegar cada vez mais alto! E neste voo é levar a Educação de Infância ainda mais longe, para lá do arco-íris ..."




Patrícia Ramos - Nada como voar em companhia e com a Educação de Infância como mote. Vamos partilhar os nossos voos e reflectir em conjunto por um movimento associativo mais participativo.








Maria de Jesus Sousa (Juca) - Nasci sozinha no ninho materno e, talvez por isso, desde cedo que gosto de (boa) companhia. Também no campo profissional isso acontece. Prefiro voar em bando, ao invés de voar sozinha ... mas não um bando qualquer! Quero acompanhar quem comigo partilhe valores, ideias, experiências ... quem comungue um sentido de educação. Também gosto de voar ao lado de quem tem dificuldades, ajudando à medida das minhas possibilidades. E aprecio a ideia de um bando de pessoas diferentes em sintonia mental, mesmo apesar da distância física. Oxalá todos juntos possamos voar mais longe, cobrindo o país como uma nuvem e ajudando a mudar o que precisa de mudança.





São Bracons - Ave de porte médio/alto que não gosta de partilhar o alojamento com aves conflituosas. Adepta de voos em grupo, capaz de grandes viagens para chegar aquilo em que acredita.





Elvira Cristina Silva - Determinada nos voos que faz! No seu percurso de movimento de asas já fez voos da educação de infância até à educação especial, gosta do espaço já percorrido mas sabe que nos seus trajectos de voo há a necessidade de pousar para sobretudo partilhar e observar os voos dos que a rodeiam. Porque qualquer voo é uma aprendizagem constante.





Ana Filipa Silva- Já que estamos em voos altos, nada como uma águia para os realizar.





Paulo Fernandes- Educador há 25 anos, nunca me imaginei a fazer outra coisa (todos temos os nossos problemas ...). Interesso-me por áreas de aprendizagem e experiência diversas:Literacia, Matemática, Ciências, Arte nas vertentes de produção e apreciação. A minha experiência como formador permite-me desenhar um círculo de vida perfeito: aprender a ser "Educador", experimentar a ser "educador" e ajudar outros a construírem este percurso.





Ana Cravo - "Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível para os olhos" 





Glicéria Gil - É o elemento da equipa que encontrou no SUL o seu lugar. Voa mais baixo, lentamente, com pausas porque o peso das suas asas já não lhe permite voos rápidos e directos. No percurso para muitas vezes, descansa, pensa e contempla. Gosta destes desafios! Gosta de observar o voo dos mais novos. Dá-lhe alento e confiança. Acredita no amanhã e na união.